Pavement de volta!



Sim, o Pavement está de volta! E nhé, infelizmente vai ser por pouco tempo.

Está confirmado: a banda vai mesmo se juntar para uma turnê mundial (Brasil?) em 2010. Na formação, Mark Ibold, Scott Kannberg, Stephen Malkmus, Bob Nastanovich e Steve West. Em uma nota, a Matador pede para que seja avisado que a série de shows que começa em Nova Iorque (Central Park) não servirá de prelúdio para a volta permanente da banda.

A venda de ingressos para o primeiro show - dia 21/09/2010 - começou hoje e acabou em menos de DOIS MINUTOS. U-A-U!

Work Work Work



Nosso trabalho de divulgação para a festança de 4 anos. Haja grude!

Programa para sábado, 12/09!

Neste sábado tem festona imperdível na Obra!
TOP 10: dez amigos/djs das festas mais bacanas de BH reunidos para tocar suas 10 músicas favoritas para dançar:

Fernanda (Major League)
Isa
Michel
Buddy Holly (Wannabe, Hits, Indie Rock Tonight)
Nina (Major League, Psychocandy)
Cris Foxcat (Wannabe, Underground)
Pedro K (The Knack, Spin Off, Balburdia)
Luisa (Spin Off, Balburdia)
Capitão Insano (The Knack, Eu Não Presto Mas Eu Te Amo)
Fael (Uzina)

Entrada: $15

Para quem não sabe, a Obra fica na rua rio grande do norte, 1168 (savassi).
aobra.com.br

A melhor banda que ninguém conhece

Não poderia haver melhor descrição para esta que talvez seja uma das bandas mais injustiçadas pela mídia e pelo público de rock alternativo. Falar de Built to Spill é falar de um projeto que começou tão pouco pretensioso que, talvez seja aí que esteja a razão para que os memoráveis riffs de guitarra (prá quem já os ouviu, hahaha) de Doug Martsch seja quase que um segredo entre poucos - e íntimos - amigos.

É comum o público de um show desses estadunidenses de Idaho não ultrapassar 200 ou 300 pessoas. É mais comum ainda ver os integrantes da banda se misturarem aos fãs após os shows. Seus discos e singles nunca alcaçaram top 10. Suas músicas não tocam nas rádios. Eles não têm clipe na MTV. O Built to Spill, apesar dos quase 20 anos de existência, ainda é aquela banda que você conhece por indicação de alguém que tem o gosto musical confiável.

O fato é que Doug não se importa com nada disso. Ele nunca foi rockstar e nunca quis ser. Ele se importa é com criar músicas que embalem momentos inesquecíveis. Ele quer ser um desses momentos. Sua banda (que inicalmente mudaria de formação a cada disco, sendo ele o único membro fixo) é sua vida e através dela ele despeja setimentos, melodias, poesia e amor pela música para quem quiser ouvir. O resto que se dane.

Sobre a música? Além dos já citados riffs, vale a pena falar dos solos. Uma das poucas bandas que se mantém ligadas aos bons e velhos solos de guitarra. Aqueles de alguns minutos, arrebatadores, pra não dizer catárticos. Muitas variações de arranjos. Melodias vocais muito bem construídas, ainda que Doug não tenha lá o que chamam de versatilidade vocal.

Por talvez nunca terem ouvido falar, algumas pessoas podem pensar que é "só mais uma bandinha alternativa escondida no underground". Talvez seja mesmo. Mas como todo bom tesouro, vale a pena ser descoberto.

Com seis discos lançados a banda não pensa em parar. E que não pare mesmo. A música precisa de bandas assim. Verdadeiras.

Agora chega. Escuta aí.





Luiz é baterista da Festenkois, publicitário e fã do Built to Spill.

17 anos depois

No início desse ano Mike Patton anunciou o retorno do Faith no More. Dito e feito. Dá-lhe turnê européia. E não é que agora eles vão dar uma passadinha por aqui. São 4 datas sendo uma em BH. No dia 8 de novembro, como já consta na Ticketmaster (só pra não gerar desconfiança).
E para não ficar parencendo notícia de última hora, até porque não é, fica um 'dedinho' de como andam estes senhores. Nesse caso, no Download Festival.

Intro de Poker Face + Chinese Arithmetic (detalhe pro look bicheiro/cafetão do Patton)



(Cris, obrigado pelo convite; kisses)

Dica para o sucesso

Em tempos de Ai-tunes, banda larga e troca super-rapidinha de informações musicais, a preocupação com nomes artísticos que caibam na boca do grande público multinacional torna-se imprescindível. Como fazer um estrangeiro pronunciar nomes de banda como “Anões do rock” ou Magallu Magalhães?

Alguns artistas brasileiros saíram na frente e já usam pseudônimos yankee-friendly (aka amigo do estrangeiro), como os expoentes Carlinhos Brown, Chico Science e Latino.

Se você tem um nome altamente lusobrasileiro, eis aqui uma pequena lista que pode ajudá-lo na hora de aparecer na Caras, digo, Pitchfork:

Bernardo da Silva – Bernard Bush

Luciana Pereira – Lucy Peary

João Maciel – John Mashall

Cláudia Rêgo – Claudia Hole

Cristiano Nogueira – Christian Knowles

Daniella Carmencita – Danii Carlos

Tiago da Costa – Tee Shore

Renata Aparecida – René Show

José Ricardo Siqueira - Joe Rich Ifwanted


Como já disse a propaganda do Tupinenglish Escola de Indiomas, o inglês é o futuro, minha gente.

Por Pablito.